<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-17845214</id><updated>2011-04-22T03:43:35.212+01:00</updated><title type='text'>Tudo e... mais alguma coisa</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://brunofilipemonteiro.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845214/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brunofilipemonteiro.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>B.F.M.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02289153937141398062</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>11</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17845214.post-114994672936444957</id><published>2006-06-10T13:54:00.000+01:00</published><updated>2006-06-10T15:09:10.796+01:00</updated><title type='text'>Arte de Manipular III (Aula 15)</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:100%;"&gt;Devido ao elavado número de indecisos que existe sempre à entrada para cada acto eleitoral, é imprencíndivel a um político realizar uma campanha política. Pode fazê-lo enaltecendo as suas qualidades e apresentando em público projectos que aliciantes para o país, ou então pode enveredar pelas campanhas negativas. Ora, foi precisamente isso que fez em 2005 Santana Lopes, então primeiro-ministro destituído e candidato pelo PSD, com José Sócrates, candidato do PS ao lugar de governante do Estado, ao insinuar que o "Engenheiro" tinha uma tendência homossexual. Este não gostou e obviamente &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.portugaldiario.iol.pt/especial_artigo.php?id=497366&amp;main_id=496634"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;acusou o adversário&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:100%;"&gt;de estar a utilizar esta estratégia pouco ética.&lt;br /&gt;No entanto, esta foi apenas o clímax de uma campanha toda ela negativa, como nunca Portugal tinha assistido. E tudo começou com os outdoors que se seguem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:100%;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6632/1730/320/out%203.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6632/1730/320/out4.jpg" border="0" /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6632/1730/320/out2.jpg" border="0" /&gt; &lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6632/1730/320/out%205.gif" border="0" /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6632/1730/320/out5.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:100%;"&gt;No entanto, não se pense que estes outdoors são apenas utilizados durante uma campanha. Mesmo quando termina um acto eleitoral, os partidos da oposição usam cartazes para denegrir a imagem do Governo, para criar alguma desestabilização e chmara a atenção para os erros do elenco, como acontceu com o PS na altura em que Durão Barroso era primeiro-ministro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:100%;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 285px; CURSOR: hand; HEIGHT: 122px; TEXT-ALIGN: center" height="164" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6632/1730/320/out1.jpg" width="398" border="0" /&gt;Como é facilmente perceptível, o objectivo deste tipo de campanhas é confundir o inimigo, causando algum mal-estar e preocupação no seu seio. Tenta-se construir e manipular a informação, tocando em alguns assuntos susceptíveis de serem explorados na estratégia da intensa guerra de informação, recorrendo-se a:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:100%;"&gt;- Acusações que podem ser implícitas ou explicitas;&lt;br /&gt;- Insinuações, comparações, criação ou aproveitamento de rumores;&lt;br /&gt;- Utilização de cartazes e publicidade dirigida;&lt;br /&gt;- Insultos e dialéctica violenta.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:100%;"&gt;Quando so rumores aparecem, como o que envolveu José Socrates, o melhor é tentar não dar muita importânica ao caso. Responder a um rumor pode levar um candidato a entrar em guerrilhas que o seu público-alvo não gosta e com isso perder alguns votos. O melhor, nesta situação, será sempre recorrer ao "focus group" e questionar as pessoas qual é a melhor maneira de lidar com o assunto. Consoante a resposta, o candidato tomará então uma atitude, pois saberá que o que está a fazer terá o apoio do seu "target".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:100%;"&gt;Link de Interesse&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://channels.netscape.com/celebrity/story.jsp?idq=/ff/story/0002/20060601/1208713843.htm"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:100%;color:#ffcc66;"&gt;Campanha negativa no México&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17845214-114994672936444957?l=brunofilipemonteiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brunofilipemonteiro.blogspot.com/feeds/114994672936444957/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17845214&amp;postID=114994672936444957' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845214/posts/default/114994672936444957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845214/posts/default/114994672936444957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brunofilipemonteiro.blogspot.com/2006/06/arte-de-manipular-iii-aula-15.html' title='Arte de Manipular III (Aula 15)'/><author><name>B.F.M.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02289153937141398062</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17845214.post-114989643448038702</id><published>2006-06-10T00:22:00.000+01:00</published><updated>2006-06-10T13:53:08.350+01:00</updated><title type='text'>Arte de Manipular II (Aula 14)</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;A Política é o único sector da sociedade a ser julgado pela opnião pública, que de quatro em quatro anos (no caso de Portugal) tem o poder de remover um Governo e eleger outro. Por isso, um indivíduo que faça desta área a principal ocupação tem de estar constantemente a vender uma imagem positiva junto do povo. E para isso, deve utilizar um conjunto de técnicas que fazem parte do Marketing Político.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Para Ana João Sepúlva, autora do livro &lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;Marketing Político na Internet&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;, esta vertente do Marketing é &lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;a href="http://www.centroatl.pt/titulos/si/marketing_politico_na_internet.html"&gt;&lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;saber informar e comunicar com o eleitor, é saber orientar e direccionar as ideias do partido/candidato/governo em função das necessidades que se detectam, é definir claramente quem é o público a que se está a servir (o segmento de mercado) e potenciar relações duradouras com esse público alvo. E tem no marketing eleitoral a sua faceta mais popularmente conhecida, o que muitas vezes leva a que sejam tidos como iguais.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não obstante o nosso país não ter muita tradição de Marketing Político - embora a tendência esteja a mudar com o aparecimento das empresas especialistas em consultadoria de imagem -, todos sabem que é muito difícil, ou mesmo impossível, ganhar uma eleição sem se socorrer a esta vertente do Marketing. A importância da comunicação é tal, que chega quase a ser uma droga quando usada várias vezes. Fazer publicidade em demasia não é nada bom para a imagem de um político, uma vez que fica banalizado. Por conseguinte, é preciso saber escolher o momento certo e falar com muita moderação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Marketing político usa, basicamente, quatro técnicas para atingir os seus fins:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;Estudos de Opinião:&lt;/span&gt; Estudo científico é destinado a auscultar as opiniões e atitudes dos cidadãos sobre questões políticas, sociais e outras, recolhendo a respectiva informação junto de um conjunto de indivíduos representativo do universo populacional que se pretende abarcar. As sondagens ou inquéritos de opinião destinam-se a ser publicadas ou difundidas em meios de comunicação social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;Focus Group:&lt;/span&gt; São uma das formas mais populares, e baratas, de avaliar o grau de simpatia por um candidato e para perceber em que é que este agrada ou desagrada aos eleiores. Sempre que surge uma notícia negativa (ex: hipotética homosexualidade de José Sócrates), pode juntar-se um determinado grupo de pessoas pertencentes ao nosso público-alvo e perguntamos o que é que o candidato deveria ou não fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;Publicidade/Propaganda/Merchandising:&lt;/span&gt; É uma excelente forma de passar informação, através dos cartazes, outdoors, bandeiras, canetas, esqueiros, enfim, uma panóplia de objectos que também têm a sua importância numa campanha. Há até quem, na comunicação social, faça uma avaliação de qual é o cartaz que tinha a melhor mensagem, o que está mais atractivo e o que utiliza a melhor fotografia do candidato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;Marketing Directo: &lt;/span&gt;Trata-se do candidato estabelecer um contacto directo com os seus apoiantes de uma forma individual e personalizada, para se auto-promover. Pode fazê-lo organizando um simples passeio na rua ou, como está na moda ultimamente, ir até aos mercados, às peixarias, etc., etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;Relações Públicas/Assessoria de Imprensa&lt;/span&gt;: É a marcação de entrevistas, as declarações programadas para a hora do telejornal, as reacções, as "fugas" de informação que tanto agradam aos jornalistas; são os exclusivos e até o sound bite como desenvolvimento dos pseudo-eventos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da maior parte das pessoas não o perceber, o sound bite também é uma forma de manipular a opinião pública. O sound bite não é mais que uma frase curta - só poderia ser, face ao reduzido espaço mediático que existe nas TV's e nas Rádios -, de fácil "encaixe", que perdura ao longos dos anos. Não admira, por conseguinte, que todos os políticos sonhem ter sempre um sound bite pronto a "disparar" quando se dirigem às multidões. Alguns ficaram mesmo famosos, como o "olhe que não, olhe que não", de Álvaro Cunhal, ou o "To be or not to be" (Ser ou não ser), de William Shakespeare, considerado por muitos como o mestre dos "sound bites".&lt;br /&gt;Nos dias de hoje, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://visaoonline.clix.pt/default.asp?CpContentId=327877"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ffcc66;"&gt;Paulo Portas é imbativel na tal linguagem do sound bite. Ele, ao contrário de Santana, consegue fazer o "Soundbyte" parecer "coisa séria", por isso a estratégia deveria ser justamente desmontar o seu discurso e não competir com ele.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suma, o Marketing Político tem como principal objectivo criar uma imagem exterior positiva aos olhos dos eleitores. Todo o pequeno pormenor é levado em linha de conta, desde a forma como comprimenta, como arranja o cabelo, a cor do cabelo, o sotaque, a maneira como conversa com as pessoas... enfim, de tudo um pouco. Mas apesar de tudo isto dar a entender que o político não é mais que um boneco que faz unicamente aquilo que o consultor de imagem lhe diz para fazer, só recorrendo ao Marketing Político é que ele poderá ganhar uma votação. Mas depois de ganhar, ou de perder mais uma vez, não significa que tenha de prescindir destes serviços, pois uma campanha política começa imediatamente depois de terminar a última. Que o diga o Professor Cavaco Silva...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17845214-114989643448038702?l=brunofilipemonteiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brunofilipemonteiro.blogspot.com/feeds/114989643448038702/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17845214&amp;postID=114989643448038702' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845214/posts/default/114989643448038702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845214/posts/default/114989643448038702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brunofilipemonteiro.blogspot.com/2006/06/arte-de-manipular-ii-aula-14.html' title='Arte de Manipular II (Aula 14)'/><author><name>B.F.M.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02289153937141398062</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17845214.post-114986136702109500</id><published>2006-06-09T14:51:00.000+01:00</published><updated>2006-06-09T15:31:40.263+01:00</updated><title type='text'>Arte de Manipular I (Aula 13)</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Durante a Guerra do Golfo, em 1991, o Mundo foi submetido a uma overdose de informação que não passava, afinal, de desinformação. Isto é, os combates exibidos em tempo real com pompa e circunstância pelas televisões dos quatro cantos do Planeta, mas dos Estados Unidos em particular, não eram os reais, em toda a extensão da tragédia humana ofuscada pelo brilho dos mísseis que cruzavam os céus do Iraque. A informação era manipulada para dar a entender aos espectadores que a guerra estava pintada a tons de cor-de-rosa e não a vermelho, do sangue de todos os que por lá ficaram.&lt;br /&gt;Ainda assim, manipular (interferência ou influência indevida exercida sobre um processo natural) nem sempre é o mesmo que enganar e ser desonesto. Simplesmente, quando alguém liga para um jornalista para lhe dar uma informação, vai fazê-lo consoante o que lhe é mais agradável. Por outras palavras, “vai puxar a brasa à sua sardinha”. Daí que possamos concluir que toda a informação que chega ao jornalista é construída, fabricada e manipulada.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Este não passa de um boneco nas mãos de um assessor de imprensa ou de uma outra fonte de informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;O brasileiro Rodrigo Herrero diz, por exemplo, que &lt;a href="http://www.rabisco.com.br/72/jornalismo.htm"&gt;&lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;"existem jornalistas que apuram informações, escrevem textos, se submetem as maiores atrocidades editoriais, tudo para caber num espaço determinado ou para não desagradar algum director ou anunciante; também existem pessoas preocupadas com os rumos desse tipo de jornalismo [manipulado] que, cada vez mais, infesta a grande imprensa, onde os interesses têm sido sobrepostos à função do jornalismo que seria ou deveria ser de informar de forma correcta seu público dos acontecimentos do quotidiano".&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;Para que o jornalista seja convencido a escrever o que protagonista da história pretende, é necessário, porém, ter uma etsretégia de comunicação bem definida. Caso contrário, a dificuldade para ocupar um espaço mediático cada vez mais reduzido vai ser limitado e finito. Se o motivo de uma conferência de imprensa promovida, por exemplo, pelo Pinto da Costa, não for suficientemente forte - como apresentar o Ronaldinho Gaúcho, o Figo ou coisa que o valha - , de certeza que vai ser relegada para segundo plano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;O que fazer, portanto, para preencher o espaço mediático?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;É necessário, em primeiro lugar, dar um enorme valor mediático às iniciativas que pretendemos organizar. Se o fizermos, é quase garantido que consigamos prender a atenção do jornalista que vai cobrir o evento, que está desejoso de dar uma grande notícia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;Casos há, todavia, que o indíviduo em questão não pretende que os profissionais de comunicação social noticiem um determinado assunto - geralmente isto acontece quando algo de mau acontece. Então, é normal recorrerem a manobras de diversão, que consites em criar factos alternativos para diminuir o impacto das "tais" notícias negativos. Ex: Se o Sócrates estiver envolvido num determinado escândalo e vier a público anunciar um novo plano económico que vais melhorar no imediato a vida dos portugueses, o outro assunto passa logo para segundo plano ou simplesmente é esquecido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;Quando o objectivo é simplesmente aparecer, como acontece em inúmeras situações em que é importante dar a cara seja por que motivo for, o protagonista socorre-se dos pseudo-acontecimentos; ou seja, cria uma (falsa) realidade que vai de encontro aos seus interesses pesoais. Ex: Os Presidentes dos Estados Unidos são férteis em criar este tipo de acontecimentos, uma vez que a pressão da imprensa na América é fortíssima e é necessário dar-lhes sempre algo para escrever de forma a ganhar mais alguma notoriedade junto dos eleiores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;color:#000000;"&gt;Links de interesse&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://confrontos.no.sapo.pt/index4.html"&gt;&lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;Novas formas de manipulação&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://blog.comunidades.net/imprensalivre/index.php?op=arquivo&amp;amp;idtopico=15976"&gt;&lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;Pentágono faz propaganda como se fosse notícia&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17845214-114986136702109500?l=brunofilipemonteiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brunofilipemonteiro.blogspot.com/feeds/114986136702109500/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17845214&amp;postID=114986136702109500' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845214/posts/default/114986136702109500'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845214/posts/default/114986136702109500'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brunofilipemonteiro.blogspot.com/2006/06/arte-de-manipular-i-aula-13.html' title='Arte de Manipular I (Aula 13)'/><author><name>B.F.M.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02289153937141398062</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17845214.post-114977894620220727</id><published>2006-06-08T15:46:00.000+01:00</published><updated>2006-06-08T16:11:29.166+01:00</updated><title type='text'>O assessor é um "amigo"? (Aula 11)</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Para um jornalista "ávido" por arranjar "caixas", não há nada melhor que ter um hipotético amigo bem colocado nesta ou aquela empresa, no governo, num ministério ou simplesmente próximo de uma personalidade a exercer as funções de assessor de imprensa. Não terá de se esforçar para ter os ditos "furos", mas será que é benéfica esta relação? Não estará o jornalista a ser manipulado e a escrever coisas que por vezes não correspondem totalmente à realidade sem o saber?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Sendo a “venda” de notícias positivas uma das principais funções de um assessor de imprensa, o jornalista deve pensar primeiro antes de escrever a notícia no papel ou lançá-la para o ar. Será que estou a ser manipulado? Será que o que ele me está a dizer é totalmente verdade ou estará ele a dizer apenas o que lhe interessa?&lt;br /&gt;Estas são duas das questões que pairam na cabeça da grande maioria dos profissionais da comunicação social sempre que são contactados por um assessor de imprensa com uma notícia bem fresquinha para transmitir. Para que isto não aconteça, o assessor tem de ter consciência que o jornalista espera de si uma relação clara, honesta e de mútua confiança. Por isso, o primeiro não pode chamar o segundo quando mais lhe interessa e não o atender quando aquele o procura. Se não o fizer, as redacções vão vê-lo como uma pessoa credível e acreditem mais no que lhes contam.&lt;br /&gt;O problema é que, por vezes, se um assessor não contar uma outra (pequena) mentira, se não ocultar este ou aquele facto, pode ir parar ao desemprego. Mas para que uma coisa ou outra não aconteça, o assessor tem sempre algumas possibilidades de desenvencilhar-se do assunto sem mentir ou ocultar algo. Assim, pode:&lt;br /&gt;- Concordar, mas ressalvar que não estão autorizados a tecer qualquer comentário sobre o assunto (apela à sensibilidade do jornalista, fazendo-o perceber que pode perder o emprego se disser algo);&lt;br /&gt;- Tentar negociar com o jornalista, convencendo-o a aguardar mais algum tempo até lançar a notícia recheada de pormenores que o próprio oferecerá (este é, porventura, talvez o exemplo mais gritante de manipulação);&lt;br /&gt;- Evitando o contacto com o jornalista, se bem que este aspecto não seja nada aconselhável, porque rompe a “tal” relação de confiança que deve existir entre as duas partes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Tudo isto só aconteça, todavia, porque a assessoria de imprensa - apesar de estar a crescer a olhos vistos - continua a ser uma actividade desregulamentada. Exceptuando o &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.apecom.pt/public/Sections.asp?section_id=10"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ffcc66;"&gt;Código de Estocolomo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;, não há mais nenhuma referência para quem exerce esta profissão. Tudo depende da consciência de cada um.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Devido a esta impunidade, os jornalistas - mesmo aqueles que têm amigos bem colocados - têm de perceber que quem lhjes liga não está a fazê-lo em virtude da amizade que existe entre os dois, mas sim porque ele é uma peça importante na divulgação de notícias, sejam elas quais forem. Por isso, o jornalista deve procurar ser independente e, sempre que isto aconteça, deve sempre procurar cruzar informações com outras fontes de informação. Caso contrário, poderá estar a meter "a pata na poça"!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;Link interessante&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://resistir.info/espanha/atentados_mentiras.html"&gt;&lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;Mentiras de Aznar&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17845214-114977894620220727?l=brunofilipemonteiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brunofilipemonteiro.blogspot.com/feeds/114977894620220727/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17845214&amp;postID=114977894620220727' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845214/posts/default/114977894620220727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845214/posts/default/114977894620220727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brunofilipemonteiro.blogspot.com/2006/06/o-assessor-um-amigo-aula-11.html' title='O assessor é um &quot;amigo&quot;? (Aula 11)'/><author><name>B.F.M.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02289153937141398062</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17845214.post-114942833963562312</id><published>2006-06-04T14:14:00.000+01:00</published><updated>2006-06-04T15:42:21.613+01:00</updated><title type='text'>O jornalista assessor (Aula 9)</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Num Mundo em que é cada vez mais difícil “separar as águas”, descobrir diferenças entre o trabalho de um jornalista e o de um assessor de imprensa é quase como encontrar uma agulha no interior de um palheiro. Se não vejamos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Jornalista - &lt;a href="http://www.infopedia.pt/"&gt;&lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;Profissional que trabalha em comunicação social, seja em publicações periódicas, seja na televisão ou na rádio, podendo exercer diversas actividades, entre as quais a redacção de artigos, a realização de entrevistas, a elaboração de noticiários, etc.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Assessor de Imprensa - &lt;a href="http://www.divulgaacao.com/assessor.html"&gt;&lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;Profissional que intermedia a relação entre empresa e imprensa. Quando uma empresa necessita divulgar suas acções nos meios de comunicação, o assessor explora suas potencialidades jornalísticas, elabora um “release” (texto) e envia para o jornalista responsável a fim de ver a matéria de seu interesse publicada.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Desfeitas algumas dúvidas, ou nem por isso, convém dizer que, afinal, um assessor de imprensa não passa de um jornalista… temporariamente afastado da profissão. Talvez por isso, o jornalismo seja o campo de recrutamento ideal para esta disciplina das Relações Públicas, uma vez que não há ninguém melhor que o jornalista – embora isto esteja a mudar - para saber o que pode ou não levar um “companheiro” a redigir a notícia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;A ideia (errada) de que o assessor não está envolvido numa Estratégia de Comunicação e que se limita a transmitir a mensagem que está delineada tem vindo a desaparecer com o tempo. Estes podem alegar que não estão na base da elaboração dos objectivos e da tomada de posições, mas na verdade estão a par de toda a estratégia que é traçada pelo indivíduo que pretende passar a mensagem. Por isso, a constante troca de posição – hoje sou assessor, amanhã sou novamente jornalista e no dia seguinte regresso ao ramo da Assessoria – levanta diversos problemas ético-deontológicos. Daí que, o ponto 2 do artigo 1º do Estatuto do Jornalista considere mesmo que &lt;a href="http://www.ccpj.pt/legisdata/LgLei1de99de13deJaneiro.htm"&gt;&lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;“não constitui actividade jornalística o exercício de funções (…) cujo objecto específico consista em divulgar, publicitar ou por qualquer forma dar a conhecer instituições, empresas, produtos ou serviços, segundo critérios de oportunidade comercial ou industrial”.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Além disso, deixa bem claro, no artigo 3º, que o desempenho das duas funções é incompatível, devendo o jornalista entregar a Carteira Profissional junto da &lt;a href="http://www.ccpj.pt/"&gt;&lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;Comissão&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; que a emite. Esta só ser-lhe-á entregue quando voltasse a exercer a profissão, embora nos primeiros tempos fosse difícil colocar um ponto final na promiscuidade entre o antigo chefe e o então assessor/agora jornalista. A solução, como defendem alguns, deveria passar por um período de quarentena (nojo) a que o jornalista deveria submeter-se, algo que raramente - para não dizer "nunca" – acontece. (ex. José Carlos Freitas deixou de ser assessor da Selecção Nacional de Futebol e regressou de imediato ao jornal RECORD).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Felizmente para os jornalistas - ou será o contrário? -, nos dias de hoje algumas entidades preferem recorrer a empresas de conselho de comunicação, que apresentam várias soluções em termos de &lt;a href="http://www.tecnidata.pt/Solucoes/Serviços/Outsourcing/default.htm"&gt;&lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;Outsourcing&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; . Os segredos de como convencer os jornalistas a transmitir esta ou aquela mensagem são praticamente do domínio público e não têm muita ciência. Aqui ficam alguns exemplos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;- boas campanhas de comunicação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;- bons eventos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;- boas acções de Marketing&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;- oferta de "prendas" (embora por muitos seja considerado corrupção, a verdade é que isto acontece realmente e até há quem já tenha estabelecido um tecto para o valor dos ditos brindes)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17845214-114942833963562312?l=brunofilipemonteiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brunofilipemonteiro.blogspot.com/feeds/114942833963562312/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17845214&amp;postID=114942833963562312' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845214/posts/default/114942833963562312'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845214/posts/default/114942833963562312'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brunofilipemonteiro.blogspot.com/2006/06/o-jornalista-assessor-aula-9.html' title='O jornalista assessor (Aula 9)'/><author><name>B.F.M.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02289153937141398062</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17845214.post-114917116749377374</id><published>2006-06-01T15:04:00.000+01:00</published><updated>2006-06-04T15:53:56.083+01:00</updated><title type='text'>Criar uma estratégias de Comunicação/Marketing (Aula 8)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Não é fácil para uma empresa que esteja agora a chegar a um determinado mercado singrar de imediato. A concorrência que existente nos dias de hoje é fortíssima, por isso, aquele que conseguir transmitir a sua mensagem de uma forma mais veemente e eficaz tem mais hipóteses de alcançar o sucesso. Para isso, porém, já não basta publicar um simples anúncio num jornal/revista, ou transmiti-lo várias vezes ao dia na televisão ou ainda lançar “press releases”na esperança que os jornalistas considerem aquela notícia importante. O segredo está em criar uma mensagem forte e diferente das demais, utilizando uma estratégia de comunicação muito bem delineada. Isso implica, entre outros aspectos, definir objectivos, valores e directrizes, bem como prever estratégias de actuação em comunicação.&lt;br /&gt;Antes de mais, convém salientar que uma estratégia é pensar passar uma mensagem (ou várias), a médio ou longo prazo, recorrendo às várias ferramentas do marketing. Felizmente, nos dias de hoje existem empresas de consultadoria de imagem que fazem isso por nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Passos de uma estratégia de comunicação?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;1º Definir um público-alvo e detectar as necessidades&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;É imprescindível que uma organização/pessoa singular defina, em primeiro lugar, onde quer chegar com a realização desta estratégia. Se que cimentar o seu poder no mercado, se quer obter mais lucros, etc. Além disso, deve decidir o seu público-alvo e detectar, por meio de uma pesquisa de mercado, quais são as necessidades e desejos do consumidor. As pesquisas devem ser feitas constantemente, em intervalos de tempo cada vez menores, pois o mercado sofre mudanças cada vez mais rápidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;2º Definir uma ideia-chave&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O passo seguinte passa escolher uma ideia-chave ou um slogan. As propagandas são feitas para não serem esquecidas. Por isso, os melhores slogans não saem da cabeça das pessoas muito depois da sua última veiculação. Este deve ser elaborado sempre respeitando algumas regras básicas para que não dê a sensação de ser falso ou que não pareça ser deselegante. É, basicamente, uma frase curta, sem adjectivos ou linguagem complicada. Além disso, deve ser de facilmente “encaixado”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Aqui fica um exemplo: “Always Coca-Cola” (1993)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6632/1730/320/AlwaysCocaColaLogo.gif" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;3º Definir um suporte para a mensagem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Encontrado o nosso “target” e o nosso slogan, é altura de começar a pensar como é que a nossa mensagem vai surgir em público. Podemos fazê-lo numa festa, patrocinando um evento com grande projecção, numa viagem, enfim… as opções poderiam ser várias. Contudo, teríamos de fazer os possíveis para que ela tivesse o maior impacto possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;4º Escolher os meios de comunicação social que vão transmitir a mensagem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;A escolha do órgão de comunicação social que vai transmitir a mensagem está dependente da escolha do público-alvo. Se quisermos divulgar um perfume ou uma nova marca de sapatos de senhora, O JOGO, A BOLA e o RECORD não seriam os meios mais apropriados. A escolha deveria recair sobre as “revistas cor-de-rosa”, no caso da imprensa, e no intervalo das novelas, se optássemos pela televisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;5º Colocar em prática o plano&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Este passo é, como o próprio tópico indica, colocar em prática todo o processo realizado anteriormente. É preciso ter tudo muito bem organizado e assegurar que nada do que planeámos vai falhar na hora de avançarmos com o plano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;6º Colocar em prática o plano&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Por fim, é muito importante calcular o impacto que conseguimos ter junto do público-alvo. E podemos fazê-lo de duas maneiras: recolhendo o número de notícias que saíram e verificando o espaço/duração a que tiveram direito; realizando uma sondagem, se bem que aqui a empresa tenha alguns custos. Isto possibilita saber se o “target” está a responder positivamente ao que transmitimos, caso contrário podemos sempre modificar o que estiver de errado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17845214-114917116749377374?l=brunofilipemonteiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brunofilipemonteiro.blogspot.com/feeds/114917116749377374/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17845214&amp;postID=114917116749377374' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845214/posts/default/114917116749377374'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845214/posts/default/114917116749377374'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brunofilipemonteiro.blogspot.com/2006/06/criar-uma-estratgias-de.html' title='Criar uma estratégias de Comunicação/Marketing (Aula 8)'/><author><name>B.F.M.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02289153937141398062</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17845214.post-113622548169258858</id><published>2006-01-02T18:01:00.000Z</published><updated>2006-01-16T12:49:38.856Z</updated><title type='text'>Empresas de RP em Portugal: O que têm para oferecer? (Aula 7)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Embora muitas não tenham um sítio na Internet, a verdade é que existem mais de 100 empresas de Relações Públicas (RP) em Portugal (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://anpub.workmedia.pt/indice_sectores.php?expande=701"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ffcc33;"&gt;Anuário de Meios&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;). No entanto, apenas 23 estão inscritas na &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.apecom.pt/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ffcc33;"&gt;Associação Portuguesa das Empresas de Conselho em Comunicação e Relações Públicas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt; (APECOM).&lt;br /&gt;Como não existe qualquer tipo de regulamentação no nosso país que obrigue as empresas existentes a revelarem alguns dados pessoais, é um pouco complicado estar a apontar qual a mais bem sucedida no ramo. Contudo, existem algumas que estão bem colocadas junto do seu público-alvo. Aqui ficam alguns exemplos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.lift.com.pt/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ffcc33;"&gt;Bairro Alto&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt; (esta era a antiga denominação, agora tem o nome de Lift)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.agendasetting.pt/quefazemos.php"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ffcc33;"&gt;Agenda Setting&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt; (não é membro da APECOM)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cunhavaz.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ffcc33;"&gt;Cunha Vaz e Associados&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffcc33;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.grupogci.net/gci.php?idCategoriaArtigo=39"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ffcc33;"&gt;Grupo GCI&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt; (não é membro da APECOM)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.imago.pt/servicos.htm"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ffcc33;"&gt;Imago&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.lpmcom.pt/main.php"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ffcc33;"&gt;LPM Comunicação&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffcc33;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.unimagem.pt/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ffcc33;"&gt;Unimagem&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.hillandknowlton.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ffcc33;"&gt;NR Hill and Knowlton&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffcc33;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.pnicg.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ffcc33;"&gt;Porter Novelli&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.dne.pt/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ffcc33;"&gt;Weber Shandwick - D&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&amp;amp;&lt;/span&gt;E&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffcc33;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.sanchiscomunicacion.com/eng/grupo/oficinas.htm"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ffcc33;"&gt;Citigate Sanchis&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffcc33;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;É estranho, porém, que sendo as empresas de RP verdadeiras máquinas em vender a imagem de alguém, algumas não consigam vender-se a elas próprias, ou, melhor dizendo, os seus serviços. Assim, algumas questões começam a levantar-se sobre esta forma de estar de algumas delas. Será que têm receio em expor-se? Ou será que não são eficientes quando se trata de divulgar/melhorar a própria imagem? Por que motivo agem desta?&lt;br /&gt;A resposta não é fácil de encontrar e talvez por isso poucos ousem falar no assunto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;As empresas de RP têm vários serviços para oferecer. Aqui ficam alguns deles:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;- Assessoria de Imagem e de imprensa:&lt;/em&gt; No que diz respeito à imagem, o profissional de RP pode ajudar figuras públicas (políticos, actores, músicos, etc.) ou das empresas a cuidar da sua imagem. No caso da imprensa, este actua como intermediário entre a imprensa e a organização, tentando construir um canal permanente de diálogo. A sua principal função é construir um bom conceito da instituição junto da comunicação social e ainda fazer os “press releases”. &lt;strong&gt;Alguns termos técnicos neste serviço:&lt;/strong&gt; Protocolo, Cerimonial, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.etiquetaempresarial.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ffcc33;"&gt;Etiqueta&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;, Media Training e Clipping.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;- Comunicação Comunitária:&lt;/em&gt; O profissional de RP desenvolve programas de comunicação para a comunidade, tentando promover o seu desenvolvimento e também o diálogo, ao mesmo tempo que deve dar voz activa a estas pessoas. O objectivo deste serviço é promover um ambiente de respeito mútuo, em que as acções e estratégias de RP ajudam a impulsionar este cenário. &lt;strong&gt;Alguns termos técnicos neste serviço:&lt;/strong&gt; Cidadania e Movimentos Sociais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;- Comunicação Interna:&lt;/em&gt; O profissional de RP esforça-se por &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.comunicacaoempresarial.com.br/conceitocominterna.htm"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ffcc33;"&gt;estabelecer o relacionamento, ágil e transparente, da Direcção com o público interno (na verdade, sabe-se que existem vários públicos internos numa organização) e entre os próprios elementos que integram este público.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffcc33;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;- Comunicação e gestão de crises:&lt;/em&gt; O profissional de RP actua para amenizar e/ou controlar crises que possam, de alguma forma, comprometer o conceito da organização perante os seus públicos. Deve desenvolver um roteiro para gerir os acontecimentos de forma eficiente, promovendo uma comunicação honesta com os públicos e monitorizando reacções. &lt;strong&gt;Ligação Interessante:&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.cepis.ops-oms.org/tutorial6/p/boas-v.html"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ffcc33;"&gt;Curso de auto-aprendizagem em comunicação de risco&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;- Organização de Eventos:&lt;/em&gt; O profissional de RP desenvolve, coordena e executa eventos, com o intuito de atingir objectivos estratégicos previamente definidos. Um evento de RP nunca é isolado de todo um conceito estratégico. &lt;strong&gt;Empresa brasileira especialista neste tipo de serviços:&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.bancodeeventos.com/"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ffcc33;"&gt;Banco de Eventos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;- Relações Governamentais:&lt;/em&gt; O profissional de RP pode ser responsável pelo relacionamento da organização com órgãos do governo. A sua função é promover o diálogo entre as partes e o estabelecer um bom e permanente relacionamento. &lt;strong&gt;Alguns termos técnicos neste serviço:&lt;/strong&gt; Lobby, Cerimonial, Protocolo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17845214-113622548169258858?l=brunofilipemonteiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brunofilipemonteiro.blogspot.com/feeds/113622548169258858/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17845214&amp;postID=113622548169258858' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845214/posts/default/113622548169258858'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845214/posts/default/113622548169258858'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brunofilipemonteiro.blogspot.com/2006/01/empresas-de-rp-em-portugal-o-que-tm.html' title='Empresas de RP em Portugal: O que têm para oferecer? (Aula 7)'/><author><name>B.F.M.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02289153937141398062</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17845214.post-113577679833549255</id><published>2005-12-28T13:29:00.000Z</published><updated>2006-01-04T18:37:07.970Z</updated><title type='text'>Publicidade e Relações Públicas: Em que diferem? Que (in)compatibilidades? (Aula 6)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;A Publicidade e as Relações Públicas (RP) fazem parte de uma escola chamada Marketing, visam melhorar a imagem de um produto/individuo junto da sociedade, mas não se pense que são iguais. Enquanto que na Publicidade é a própria empresa a dizer “compre os meus produtos porque eles é que são bons” – algo que não tem muita credibilidade junto do público –, nas RP procura-se encontrar alguém que o diga por nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As RP e o Jornalismo têm uma relação bastante estreita. Embora também o possam fazer de outra forma, mormente através do boca a boca, as RP servem-se na maioria das ocasiões do Jornalismo para transmitir uma mensagem. E porquê? Porque chega a mais gente e a qualquer parte do mundo rapidamente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, não se pense que a ligação entre as RP e o Jornalismo é um mar de rosas. Também tem problemas. E um exemplo disso é o facto de nem sempre os jornalistas escreverem aquilo que os técnicos pretendem que seja transmitido.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ex:&lt;/strong&gt; Quando um jornalista vai a uma conferência de imprensa de divulgação de um evento procura seleccionar a informação mais importante consoante o espaço mediático que lhe é dado. Por isso, o técnico de RP deve pensar muito bem a forma como vai atrair os jornalistas a comparecerem na conferência e a escrever a notícia. Aqui vão alguns exemplos:&lt;br /&gt;- Contratar uma personalidade famosa para inaugurar um espaço.&lt;br /&gt;- Organizar um evento e atrair os m.c.s para eles. Ex. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.tmn.pt/empresa/press/2005/2005_24_marco.shtml"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ffcc33;"&gt;24 Horas TMN&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="color:#ffcc33;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;- Associar empresas e iniciativas com visibilidade pública.&lt;br /&gt;- Criação de campanhas publicitárias pensadas para gerar polémica. E neste capítulo provavelmente não existirá melhor que o fotógrafo italiano &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.designboom.com/eng/interview/toscani.html"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#ffcc33;"&gt;Oliviero Toscani&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;, autor de várias campanhas da United Colors of Benetton.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da Publicidade e das Relações Públicas serem na maioria das vezes completamente distintas, existem ocorrências em que até existe uma certa compatibilidade entre elas. Se os STCP entrassem agora em greve, de certeza que a notícia viria a público. Todavia, poderia não trazer todas as informações para o leitor – que, porventura, até costuma deslocar-se de autocarro – sobre as alternativas à circulação no interior da cidade do Porto. Neste exemplo, então o melhor seria recorrer também à publicidade, por forma a explicar tudo ao habitual utilizador dos STCP.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17845214-113577679833549255?l=brunofilipemonteiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brunofilipemonteiro.blogspot.com/feeds/113577679833549255/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17845214&amp;postID=113577679833549255' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845214/posts/default/113577679833549255'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845214/posts/default/113577679833549255'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brunofilipemonteiro.blogspot.com/2005/12/publicidade-e-relaes-pblicas-em-que.html' title='Publicidade e Relações Públicas: Em que diferem? Que (in)compatibilidades? (Aula 6)'/><author><name>B.F.M.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02289153937141398062</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17845214.post-113198497281182980</id><published>2005-11-14T15:46:00.000Z</published><updated>2005-11-16T15:56:49.060Z</updated><title type='text'>É importante dar a cara (Aula 5)</title><content type='html'>Seja quais forem os motivos e os métodos utilizados, é cada vez mais importante para o sucesso de uma empresa aparecer em público e no espaço mediático dos órgãos de comunicação social. Nesta batalha incessante por vender mais ou ser mais conhecido que o outro, todas as armas são válidas. Embora não seja politicamente correcto, uma vez que uma empresa deve aparecer pelas proezas ou eventos que organiza, há quem compre entrevistas e afins para dar-se a conhecer - ok, reconheço que é difícil ao Zé da Esquina, que até tem um videoclube muito bom, fazer vender o peixe sem actuar desta forma, mas considero que não é a mais correcta.&lt;br /&gt;A melhor estratégia para continuar a ter sucesso – ou para começar a ser falado, para quem está a dar os primeiros passos – é, porém, organizando eventos, colocando papéis ou cartazes em locais criteriosamente escolhidos e fazendo passar a mensagem boca-a-boca. É melhor ser alguém a dizer que a nossa/o empresa/produto é fantástica/o, do que nos próprios, pois dará mais credibilidade à mensagem. Então se for alguém conhecido a fazê-lo, como uma estrela de futebol, música ou cinema, entre outros, ainda melhor. É por este motivo que a maioria dos bares procuram chamar alguém com um nome forte para a noite da inauguração ou reabertura. Isso vai fazer com que as televisões e as revistas cor-de-rosa falem no evento e acabem por publicitá-lo, às vezes sem sequer dar por isso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17845214-113198497281182980?l=brunofilipemonteiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brunofilipemonteiro.blogspot.com/feeds/113198497281182980/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17845214&amp;postID=113198497281182980' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845214/posts/default/113198497281182980'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845214/posts/default/113198497281182980'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brunofilipemonteiro.blogspot.com/2005/11/importante-dar-cara-aula-5.html' title='É importante dar a cara (Aula 5)'/><author><name>B.F.M.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02289153937141398062</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17845214.post-113198245539245345</id><published>2005-11-14T15:32:00.004Z</published><updated>2005-11-14T15:43:31.420Z</updated><title type='text'>A omnipresença do Marketing (Aula 4)</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Por mais que puxe pela cabeça para tentar contrariar o que nas próximas linhas vou escrever, não o consigo. Coloco os neurónios a funcionar, vasculho e vasculho no baú das ideias e explicações, mas nada. Absolutamente nada!&lt;br /&gt;Quando já estou “com os cabelos em pé” e a “deitar fumo pela orelhas”, chego à conclusão que não vale continuar a “bater no ceguinho” e concordar que “ELE” está em toda a parte. Nos cafés, nos restaurantes, na mercearia da Sra. Inês e mesmo no barbeiro onde vamos cortar o cabelo e aparar a barba. Refira-se, porém, que “ELE” só existe porque o mercado é tão diversificado que algumas empresas – embora o mesmo também se aplique ao mais comum dos mortais – sentem a necessidade de dar-se a conhecer, para tentar ganhar alguma vantagem sobre os concorrentes directos.&lt;br /&gt;O que importa em quase tudo na vida é a mensagem que pretendemos transmitir. Por conseguinte, sabemos que temos de mudar a nossa mensagem em função daquilo que pretendemos atingir.&lt;br /&gt;Talvez pelo facto de valer mais que mil palavras, a imagem é um factor muito importante em toda esta história. O exemplo mais gritante é, porventura, o facto de mudarmos de vestuário quando nos apresentamos para uma entrevista de emprego. No entanto, o intérprete que usa determinada roupa chocante ou simplesmente faz uso do “seu” belo corpo para chamar a atenção dos que ouvem a sua música ou vêem o “videoclip” também está a procurar marcar a diferença.Assim, por mais que puxe pela cabeça, coloque os neurónios a funcionar, vasculhe e vasculhe no baú das ideias e explicações, não consigo deixar de pensar que, tal como DEUS, o MARKETING também é omnipresente.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17845214-113198245539245345?l=brunofilipemonteiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brunofilipemonteiro.blogspot.com/feeds/113198245539245345/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17845214&amp;postID=113198245539245345' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845214/posts/default/113198245539245345'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845214/posts/default/113198245539245345'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brunofilipemonteiro.blogspot.com/2005/11/omnipresena-do-marketing-aula-4.html' title='A omnipresença do Marketing (Aula 4)'/><author><name>B.F.M.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02289153937141398062</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17845214.post-112928745199703597</id><published>2005-10-14T11:40:00.000+01:00</published><updated>2005-10-14T12:04:48.566+01:00</updated><title type='text'>O porquê deste blog?</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Confesso que estava habituado a escrever em alguns blogs, nomeadamente no do Jornal de Espinho - do qual sou colaborador há cerca de quatro anos -, mas nunca senti a necessidade de criar um. Não tivesse eu sido (quase) "obrigado" a fazê-lo por um professor (João Paulo Meneses) e ainda hoje não teria dado o primeiro passo neste mundo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Convém salientar que&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt; este espaço servirá, essencialmente, para o dito docente poder avaliar os conhecimentos que vou retirando das aulas. Contudo, não pretendo cingir-me apenas aos conteúdos das aulas e vou procurar comentar tudo o que mereça destaque. Como sou apaixonando pelo jornalismo desportivo é normal que comente um pouco mais os temas que fazem manchete nos três jornais diários, uma vez que também sou colaborador de O JOGO, mas não posso ficar indiferente ao que se vai passando no país e no mundo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Até ao próximo post...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17845214-112928745199703597?l=brunofilipemonteiro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brunofilipemonteiro.blogspot.com/feeds/112928745199703597/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17845214&amp;postID=112928745199703597' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845214/posts/default/112928745199703597'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17845214/posts/default/112928745199703597'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brunofilipemonteiro.blogspot.com/2005/10/o-porqu-deste-blog.html' title='O porquê deste blog?'/><author><name>B.F.M.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02289153937141398062</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry></feed>
